A alegria não chega apenas no encontro do achado, mas faz parte do processo da busca. E ensinar e aprender não pode dar-se fora da procura, fora da boniteza e da alegria. Paulo Freire

sexta-feira, 10 de março de 2017

Protagonismo juvenil – Empoderamento Feminino!

Alunas da EEEP Wellington Belém de Figueiredo ministram palestra no Dia Internacional da Mulher

Neste dia das mulheres, cansadas de homenagens superficiais com apenas flores e mensagens, mulheres adeptas ao Feminismo - movimento que busca a equidade de homens e mulheres, protestam nas ruas contra o machismo e a forma como este dia é trabalhado ainda hoje, as mesmas fazem uso de cartazes, pinturas faciais e palavras de ordem.

A EEEP Wellington Belém de Figueiredo não se distanciou tanto disso, esta instituição, juntamente ao grêmio estudantil, promoveu debates, rodas de conversa e oficinas acerca do feminismo, empoderamento, padrão de beleza e o motivo pelo qual este dia foi originado.

Hoje (08 de março) buscamos mostrar que o dia da mulher vai além das lindas homenagens e felicitações, é um dia de reflexão e questionamentos sobre o papel atual da mulher na sociedade, que evidencia cada vez mais o “novo século, antigos preconceitos’’.

Nas conversas foram abordadas diversas problemáticas, como machismo velado, a luta feminista, desigualdade de gênero, relacionamento abusivo, violência doméstica, assédio, ditadura da beleza e um passeio pela história para analisar os porquês da existência de um dia dedicado exclusivamente à mulher.
Pensamos em uma postura de quebra de paradigmas através da desconstrução de “pré-conceitos’’. Vamos colocar como exemplo a forma como adquirimos esse novo olhar sobre a forma como vemos o feminismo hoje. Construída através das aulas que abordavam tais temas, principalmente nas disciplinas de história e sociologia, chegando hoje na posição de protagonizar o conhecimento adquirido para que os demais alunos despertem o mesmo interesse em lutar pelos seus direitos.

Assim como nós atingimos tal maturidade gostaríamos que os demais jovens também se interessassem e que isso se refletisse em uma sociedade mais justa e igualitária. Não vamos banalizar nenhuma forma de violência, seja ela física ou não, ações que inferiorizem as mulheres devem ser banidas através de uma postura feita a partir de pessoas conscientes de seu papel na sociedade. 

Kézia Xavier – 3º A Redes de Computadores

Gabriela Alves – 3º C Agronegócio

Ana Flávia Barbosa – 3º D Edificações

Ana Millene Santos  – 3º D Edificações

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