A alegria não chega apenas no encontro do achado, mas faz parte do processo da busca. E ensinar e aprender não pode dar-se fora da procura, fora da boniteza e da alegria. Paulo Freire

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Realizada II Mostra Cultural Afro-brasileira e I Mostra Cultural Indígena

Visando promover ato reflexivo sobre a contribuição dos negros e negras, assim como também dos indígenas na formação da sociedade brasileira a partir de ações afirmativas desse grupo social, a Escola Estadual de Educação Profissional Wellington Belém de Figueiredo, promoveu nesta última sexta-feira, (20/11), a II Mostra Cultural Afro-brasileira e a I Mostra Cultural Indígena

Este evento corroborou para a efetivação das Leis de nº 10. 639/2003 e nº 11.645/2008 no ambiente escolar, tendo, portanto, a finalidade de quebrar paradigmas e os estereótipos quanto a inserção desses grupos sociais nos livros didáticos, quando são discutidos e, ou lembrados somente nos período colonial, regencial e imperial brasileiro, época em que o pais esteve sob o julgo português. Intenciona-se ainda trabalhar temáticas referentes aos grupos supracitados pelo viés dos que foram oprimidos.

A mostra contou com participação diversos integrantes da comunidade local e regional, sendo eles e elas:

Professora Valéria Rodrigues que discorreu acerca da Importância da Interdisciplinaridade na Aplicabilidade dos Conteúdos Referentes a História Africana, Afro-brasileira e Indígena.


A professora Maria Firmino, do município de Juazeiro do Norte, discutiu sobre “A Intolerância Religiosa contra as Religiões de Matrizes Africanas”.


Dayze Vidal, do Pretas Simoa (Grupo de Mulheres Negras do Cariri) que teve momentos de reflexão junto a comunidade escolar discorrendo acerca da temática “Identidade Negra”.


O Grupo “CultuArte Capoeira”, do município de Altaneira, coordenado pelo professor/mestre Cesar Rodrigues demostrará a força da Capoeira como símbolo de resistência negra à escravidão.


Além dos convidados, alunos e alunas demonstraram seu talento e protagonismo juvenil, realizando peças teatrais, recitais, danças e outras atividades com as mesmas temáticas.


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